Teddy News

Número 96 - Ano 9 - Outubro 2017

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Entenda as Diferenças no Ensino do Idioma Inglês! Agora em Vídeo!

Série de vídeos esclarecedores sobre os diferentes modelos de ensino de inglês

A Escola Teddy Bear convidou especialistas para falar sobre o ensino da língua inglesa em uma série de vídeos que vão ajudar você a ficar super bem informado sobre o assunto. O Teddy Talks será um canal de informação sobre educação bilíngue que você poderá acompanhar e ficar por dentro do que há de mais moderno nesta área.

A primeira convidada é Rita Ladeia, pesquisadora na área de Bilinguismo e Educação Bilíngue da Unicamp, São Paulo.

Rita Ladeia fala sobre as diversas opções que prometem a fluência no inglês e questiona:

• Como funciona cada modelo?

• Existem diferenças entre eles?

• Quais são as estratégias de ensino?

• O aprendizado é efetivo?

Assista à série clicando aqui.

Este conteúdo também está disponível para leitura no Guia Entenda as Diferenças.

Technique & Technology are important,
but TRUST is the glue that bonds GREAT PEOPLE,
and ensures long-term SUCCESS!

No calendário da Teddy Bear, temos 3 datas especiais
para homenagear as equipes que fazem
nossa escola “acontecer” todos os dias!


30/09 – Dia dos Profissionais de Administração – os estruturadores, que agem nos bastidores para tornar tudo possível.

15/10 – Dia dos Professores – os iluminadores, que ajudam os alunos a achar o próprio caminho e a brilhar cada vez mais.

28/10 – Dia das Helpers – as facilitadoras, que contribuem todos os dias para o espetáculo do aprendizado poder prosseguir.

Galeria de Imagens

Mr. Fábio, há 17 anos contribuindo para a formação de alunos bilíngues e globais

Fábio Speck é formado em Artes Plásticas e tem pós-graduação na área de psicopedagogia. Nos 17 anos como educador cultural e teacher trainer na Escola Teddy Bear, ele nos fala sobre a paixão que tem pela profissão.

“Oi, meu nome é Mr. Fábio – Fábio Speck, mas os pequenos me chamam de Mister Fábio. Eu trabalho na Teddy Bear há 17 anos. Este é meu 17º ano, não só como professor, mas também como teacher trainer, e sou muito feliz por fazer parte desta grande equipe, desta grande família que é a Teddy Bear”.
Assim começou a conversa que tivemos com este grande profissional da área de educação bilíngue. Confira abaixo o que ele tem a dizer sobre o que é ser um educador cultural.

Fábio, quando você descobriu que sua vocação era ser um professor de inglês?
Eu faço inglês desde os 6 anos de idade, não só o inglês da escola regular, mas aulas em escolas de inglês especializadas também. Desde pequeno eu sempre tive muita admiração por professores de inglês, por todos que me deram aula. Eu ficava muito admirado pela magia que eles tinham para ensinar a gente a falar inglês desde o primeiro minuto. Então, desde cedo eu já sabia o que eu queria ser, eu me espelhava neles, eu sabia que queria ser um deles, um professor como eles.

E quando você escolheu dar aulas para os bem pequenos, os “very young learners”?
Bem, na verdade, meu primeiro emprego na vida foi como professor de inglês: eu dava aula de inglês particular para meus primos. Fui “contratado” pelos meus tios para dar aulas para eles. Eu devia ter uns 12 anos de idade na época... Meus primos eram mais novos e eu ia para a casa deles para a gente brincar e se divertir e depois, em certos momentos, a gente teria as nossas aulas de inglês. Foi ali que eu percebi que eu gostava de dar aulas para os menores, para crianças pequenas. Adoro dar aula para os grandes também, é muito legal, mas a minha paixão mesmo é dar aula para os pequenos.

Já que muitas vezes os alunos de 2 anos ainda não frequentam escolas regulares, quais os maiores desafios que você encontra como professor ao verificar que vai dar a primeira aula da vida do seu aluno?
Acho que o desafio maior é encantar os alunos naquele primeiro momento, quando eles chegam à escola, onde tudo é diferente, tudo é novidade. Às vezes eles chegam meio assustados, inseguros... Os pais também estão inseguros. Então é preciso conseguir fazer com que eles se sintam felizes, tranquilos, adaptados, num ambiente seguro, não só para eles, mas para os pais também.

Você também tem formação em artes plásticas, como você insere este conhecimento na metodologia Teddy Bear?
Sim, eu sou formado em artes plásticas e fiz pós-graduação em psicopedagogia, justamente para me aprofundar nas questões didáticas.
Durante a faculdade, eu aprendi a metodologia em sala de aula, aprendi a dar aulas. As técnicas que uso até hoje começaram lá formalmente. E toda a bagagem cultural e histórica de artes eu consigo trazer para as aulas da Teddy Bear. A gente trabalha com processo criativo, com a criatividade dos alunos, com “hands on” que é justamente “por a mão na massa” e fazer as coisas... Isso tudo vem dessa herança, sim.
Na especialização em psicopedagogia, eu me aperfeiçoei em dar aulas para os pequenos, os young learners, mas na verdade tudo está muito conectado: didáticas, técnicas, conhecimento, experiência... Tudo está muito “redondinho” (sic) na proposta de trabalho que eu ofereço para os alunos.

Nesses quase 20 anos de Teddy Bear, como você acompanhou a evolução da escola? Como era e como é agora?
Quando eu entrei na Teddy Bear, a escola já estava num processo de evolução. Já tinha sido inaugurada a segunda escola no Centro (a Teddy Bear começou em Coqueiros). E eu comecei já entrando no processo evolutivo da escola. Lembro até hoje... A gente começou usando quadro negro e giz até evoluir para o quadro branco com caneta, e agora para os interactive boards, quadros eletrônicos com touch. Eu acho que a escola se adaptou muito facilmente aos processos de mudanças que o mundo vem trazendo... Para cada novidade que aparece no mundo, a escola está preparada para adotar esta modernidade, incluir na metodologia e treinar a gente também. A equipe sempre foi muito bem treinada para tudo que apareceu. Nenhum elemento novo surgiu sem que a equipe fosse treinada para usá-lo. Esse treinamento é muito importante porque a evolução acontece muito rápido, mesmo. A evolução não para. É uma jornada sem volta, e nós estamos preparados para trilhar este caminho por causa, justamente, de todo apoio e suporte que recebemos da escola.

Pra você, o que é ser um “global learner”?
Ser um global learner é ir muito além do que ser fluente, é falar inglês com o coração e não simplesmente falar um inglês mecânico.
Também é estar atento às diferenças culturais que existem no mundo. Não estou dizendo que é preciso ensinar aos alunos tudo o que acontece no mundo culturalmente falando, mas precisamos prepará-los para as diferenças que eles vão encontrar. Assim, eles saberão como lidar com essas diferenças culturais e se adaptar mais facilmente à qualquer realidade.

E o que é ser um “educador cultural”?
Primeiro, é preciso ter muita paixão pelo que a gente faz. A paixão nos impulsiona e garante que haja sempre muita emoção no que realizamos. E a emoção é o combustível principal para aulas extraordinárias.

Em segundo lugar, profissionalismo. Temos que evoluir junto com o mundo e sempre aprender cada vez mais para sermos experts no que nos propusemos a fazer. Somos educadores culturais, sim, mas também somos “learners” porque estamos aprendendo continuamente, e isso é para sempre.

Em terceiro lugar, criatividade. Precisamos ser muito criativos porque lidamos com muitas situações diferentes acontecendo o tempo todo. Por exemplo: às vezes acontece numa cidade uma exposição de arte e o educador cultural consegue usar este conteúdo, que é atual e pulsante, e incorporar nas aulas. Isso é relevante para os alunos e traz maior significado. A gente faz o link da matéria da aula com o mundo. E ajudamos o aluno a fazer as conexões.

Resumindo, é isso: ter paixão, ser profissional e ser criativo. É amar muito o que fazemos todos os dias. É acordar de manhã cedo e vir trabalhar feliz, sabendo que a gente vai fazer uma grande diferença para nossos alunos lá na frente.

Fique por dentro

  • Kids and Teens’ Day

    YOUR WORLD, YOUR CHOICES
    A Escola Teddy Bear vai sortear gift cards entre seus alunos para comemorar o Kids and Teens’ Day.
    Para participar, basta se cadastrar no site e começar a torcer.
    Uma dica: pode se inscrever todos os dias e aumentar suas chances de ganhar!

    Faça sua inscrição AQUI
  • Bearfest

    Este programa educacional® dá ao aluno a oportunidade de treinar o discurso em público e a preparar-se para outros desafios, aumentando sua autoconfiança.
    Nas galerias de fotos dos eventos das escolas você pode conferir o que rolou no ano passado e se surpreender!

    Escola Blumenau Escola Curitiba Escola Florianópolis Beiramar Escola Florianópolis Centro Escola Florianópolis Coqueiros Escola São Paulo Alto de Pinheiros
  • Quando a natureza vira sala de aula.

    Correr, pular, nadar, colocar o pé no chão, sentir a água, a grama, a terra, o vento! O contato com os elementos da natureza permite que a criança/adolescente interaja com o mundo por meio de diferentes perspectivas como a sensorial, física e espacial.

    Clique aqui para ler o post

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