Teddy News

Número 89 - Ano 9 - Março 2017

Gostou? Compartilhe

Welcome Back!

A saudade bateu forte durante as férias...

Nossa escola ganha vida com vocês! Sejam muito bem-vindos!

1st Day of Classes

Recomeçar é sempre uma delícia!

A gente fez alguns cliques da primeira semana de aula das escolas Teddy Bear.

Confira na galeria!

Um mergulho na excelência

Programa de Educação Corporativa reúne os integrantes das equipes pedagógicas para 3 dias de aprimoramento intenso. Os participantes mergulharam no universo do ensino da língua inglesa para crianças e adolescentes e ampliaram ainda mais sua bagagem pedagógica.

Quanto do seu tempo você está disposto a investir para garantir que você sempre será o melhor na sua área de atuação?

Essa é uma pergunta que a Teddy Bear responde ao oferecer mais de 120 horas anuais de capacitação e aprimoramento para suas equipes. É importante manter o ritmo da evolução para que as experiências que os pais/responsáveis e alunos vivenciam com a escola sejam sempre memoráveis, tanto na qualidade perceptível das aulas, quanto no atendimento acolhedor e profissional.

A melhoria contínua, como o nome já diz, é infinita, constante e cíclica.

Há um termo bem interessante para melhoria contínua que é usado pela Keep Learning School: “masterização”.

No mundo da música, masterização é a criação da cópia máster, da matriz da gravação; mas no que diz respeito à melhoria contínua, a palavra masterização faz alusão à maestria, ao caminho do mestre, à excelência que é obtida na jornada do aprimoramento. Para fazer surgir o efeito “mestre” nas pessoas, a melhoria contínua precisa acontecer sempre, fazendo parte da cultura da empresa, pois a proposta é internalizar o conhecimento e vivenciá-lo espontaneamente no dia a dia da escola.

Neste semestre, os encontros que reuniram as equipes de Blumenau, Curitiba, São Paulo e Florianópolis, trouxeram como convidados os palestrantes Gustavo Gonzalez, Mirela Rammaciotti, Tereza Sekiya, Jair Félix e Veronica Nobili.

Os tópicos abordaram a utilização das super habilidades do século XXI (comunicação, criatividade, pensamento crítico e colaboração), práticas de neuropedagogia, motivação em sala de aula, técnicas de expressão corporal e vocal e jogos teatrais. Os educadores culturais da Teddy Bear também puderam refletir sobre o desafio de trazer a vida real dos alunos para a sala de aula e sobre como ajudar os estudantes a comunicarem-se de forma efetiva e "afetiva", permitindo que eles se expressem significativamente.

Falar inglês: competência para conectar-se com o mundo

A aluna Bárbara Espírito Santo conta como está sendo sua experiência fora do país e fala da importância que o inglês tem para quem quer vivenciar outras culturas.

TN: Você formou-se na Teddy Bear em 2008. Que análise você faz da sua fluência no inglês?
Eu vim para Dresden, na Alemanha, em abril do ano passado. O bom de falar inglês é que isso não te deixa sentir-se excluída... Quando conversava num grupo, eu não precisava sorrir e fingir que tinha entendido a conversa porque eu estava entendendo tudo de verdade. Com o inglês, eu pude me integrar de maneira real, mesmo sem falar alemão.

Aliás, o inglês é a chave para eu ter ficado na Europa. O português, embora europeu, não é muito falado na Alemanha e o inglês me ajudou em muitos aspectos: abrir conta no banco, alugar um apartamento, receber os móveis... Enfim, dá pra fazer tudo com inglês aqui.

Antes disso, eu já tinha tido a oportunidade de vivenciar a cultura americana. Quando eu era adolescente, fiz 2 intercâmbios de férias na California. Depois, durante meu curso de graduação na federal de Santa Catarina, estudei 1 ano na New School, em Nova York (Major: Architectural Design / Minor: Urban Design). A New School é uma escola internacional e 40% dos alunos são de outras nacionalidades. Lá, todos nós somos submetidos a uma prova de proficiência para detectar se é necessário fazer aula de gramática ou oratória. Com o inglês que eu levei da Teddy Bear, não precisei fazer reforço ou aulas extras porque já me comunicava bem.

“Uma coisa que lembro bem nas aulas da Teddy Bear, era a preocupação com a parte da fluência cultural. Não bastava o aluno saber usar corretamente a frase ou o verbo, era necessário que aquela situação fosse contextualizada, e isso ajuda muito quando saímos do país”.

TN: Quais as diferenças culturais mais impactantes para você?
Quando moramos fora do nosso país, o importante é estar com a mente aberta para as diferenças culturais e comportamentais. Os brasileiros são muito adeptos das “small talks” e podem estranhar se o caixa do supermercado ou o garçom não puxarem conversa (risos). Aliás, confesso que sinto muita falta de puxar conversa na rua, na fila do banco, etc.

Uma coisa que lembro bem nas aulas da Teddy Bear, era a preocupação com a parte da fluência cultural. Não bastava o aluno saber usar corretamente a frase ou o verbo, era necessário que aquela situação fosse contextualizada, e isso ajuda muito quando saímos do país.

TN: Conta pra gente, você sempre foi boa aluna?
Que nada! Eu entrei na Teddy Bear com 6 anos aproximadamente. Eu não queria ir pro inglês, fazia birra, achava que não precisava. Depois, “peguei gosto” e fiquei 10 anos.

Eu adorava as aulas na cozinha, as Cooking Experiences. Esta semana mesmo eu fui assar uma receita de Blueberry Muffins e lembrei dessas aulas. Foi lá que eu comecei a me interessar por cozinha.

Além disso, tenho amigos muito próximos que conheci nas aulas da Teddy Bear. São amizades que estarão conectadas comigo para sempre.

Sou muito agradecida à Teddy Bear não somente pela riqueza da parte linguística, mas também pela minha formação moral. A Teddy Bear é uma “escola” em todos os sentidos.

TN: Quais são seus projetos neste momento?
Atualmente, estou fazendo um intensivo de 6 horas diárias de alemão para cursar o mestrado em História da Arte. O inglês ajuda a aprender o alemão, são línguas muito próximas e é mais fácil compreender a estrutura da língua. Para o mestrado, é preciso ser fluente em 1 língua (português), falar alemão no nível C1 e inglês no nível B2 (código CEFR). Para aprender o alemão é preciso estar disposto a cometer erros, é preciso “se jogar”, arriscar, falar mesmo sem ter certeza.

Os alemães são muito receptivos e queridos e a maioria dos jovens fala bem o inglês. No meio acadêmico, os mais velhos também dominam a língua e é muito tranquilo conversar com todos.

TN: Que mensagem você deixaria para os atuais alunos da Teddy Bear?
Aproveitem! Aproveitem muito as aulas e a cultura que é transmitida nas aulas. Vivam os momentos intensamente porque eles vão gerar muitas lembranças boas.

Fique por dentro

  • Qual a idade ideal para a criança começar outra língua?

    Matéria do site IT MÃE com a contribuição da educadora Luciana De Franceschi, fundadora da rede de escolas de inglês Teddy Bear.

    ver mais
  • Guia de Verão Iguatemi 2017

    Na página 15 (versão online), você pode conferir a matéria sobre a Teddy Bear que saiu no guia de verão do Shopping Iguatemi (a Teddy Bear assina a tradução da versão em inglês).

    ver mais
  • Curso de Conversação: Inglês Avançado com Certificação Internacional

    Você sabia que a Teddy Bear Florianópolis está oferecendo um curso de conversação avançada com professor nativo?

    ver mais

Cadastre-se

Cadastre-se para receber as próximas edições do Teddy News diretamente no seu e-mail:

enviando...